Quaderns de Psicologia | 2022, Vol. 24, Nro. 1, e1932 | ISNN: 0211-3481 | 
https://doi.org/10.5565/rev/qpsicologia.1932

Psychology, Racism and Anti-racism: second part
Claudia Mayorga
Universidade Federal de Minas Gerais
Ricardo Dias de Castro
Centro Universitário Estácio BH
Tayane Lino
Centro Universitário UMA
Resumo
Apresentamos os artigos publicados no dossiê Psicologia, Racismo e Antirracismo — Parte 2. As referências às questões raciais têm ganhado espaço no campo da Psicologia e os olhares sobre as questões raciais nessa ciência estão frequentemente presentes como aspectos específicos de teorias críticas, mas a depender do “lugar” que tais olhares ocupam dentro dessas teorias, os impactos e críticas para a própria Psicologia ganham dimensões que apontam para inclusões pontuais de algumas categoriais ou para revisões mais amplas e estruturais desse campo do conhecimento. Os artigos publicizados neste dossiê contribuem para interpelar a Psicologia que ao longo da história contribuiu para a reprodução do racismo, articulado com outras opressões e violências e apontam caminhos de mudança na área e revelam a necessidade de um giro antirracista na Psicologia.
Palavras-chave: Psicologia; Racismo; Giro Antirracista
Abstract
We present the articles published in the dossier Psychology, Racism and Anti-Racism – Part 2. References to racial issues have gained space in the field of Psychology and the perspectives on racial issues in this science are often present as specific aspects of critical theories, but depending on the “place” that such perspectives occupy within these theories, the impacts, and criticisms for Psychology itself gain dimensions that point to punctual inclusions of some categories or to broader and more structural revisions of this field of knowledge. The articles published in this dossier contribute to questioning Psychology that throughout history has contributed to the reproduction of racism, articulated with other oppressions and violence, and point out ways of change in the area and reveal the need for an anti-racist turn in Psychology.
Keywords: Psychology; Racism; Anti-Racist Turn
As referências às questões raciais têm ganhado espaço no campo da psicologia. Podem ser encontradas nas correntes favoráveis ao trabalho reflexivo, situado e politizado, como a psicologia comunitária, a social comunitária, a psicologia política, psicologia da libertação e também da psicologia feminista e até mesmo em perspectivas que talvez pensássemos que tal debate demorasse um pouco mais de tempo a chegar, como é o caso da psicanálise (Pavón-Cuellar, 2021). A receptividade das questões raciais para analisar a subjetividade e a interação sujeito-sociedade por essas perspectivas possui explicações históricas relacionadas com o movimento da chamada crise da psicologia social e a configuração, de forma cada vez mais explícita, de um ethos crítico (Mayorga, 2007) dentro da psicologia, desde então.
Tal ethos caracteriza-se por reunir posições epistemológicas, teóricas, metodológicas e políticas que buscaram e seguem buscando problematizar os reducionismos dos saberes psi acerca do humano, da sociedade e da interação entre essas dimensões. As críticas à psicologização da realidade, aos olhares dicotomizados sobre os sujeitos, aos parâmetros de normalidade, saúde e desenvolvimento cognitivo, moral e intelectual oriundos de diversas perspectivas psi são fundamentais para caracterizarmos esse movimento crítico na psicologia. Uma das críticas feitas, com forte contribuição da psicologia produzida no contexto latino-americano, mas não somente aí, foi ao eurocentrismo característico da ciência moderna e à colonialidade decorrente dessa posição.
A utilização descontextualizada e acrítica das teorias psicológicas oriundas dos Estados Unidos e da Europa, as lógicas coloniais presentes na produção do conhecimento, a ênfase nas perspectivas positivistas e quantitativistas nos estudos realizados, a prevalência do que se chamou reducionismo psicológico foram críticas dirigidas à psicologia e utilizadas para demonstrar que as concepções de sujeito e sociedade que fundamentavam essa ciência, acabavam por reproduzir valores, posições e visões individualizantes, muito uteis para determinada organização social, econômica e política prioritariamente defendida e promovida pelas elites mundiais. Poderíamos afirmar que esse movimento de crise perdura na psicologia.
Várias categorias e teorizações foram sendo delineadas e também relidas a partir dessa perspectiva e entre elas, as questões raciais. Se em outros momentos históricos a ideia de raça foi fortemente utilizada para classificar e hierarquizar os povos até mesmo justificando práticas de exploração, dominação e extermínio, como o racismo científico que ganhou força no Século XIX, o ethos crítico na psicologia permitirá uma releitura da categoria raça, compreendida como uma construção política e social assim como o racismo e suas consequências. Muito além de uma experiência cognitiva de organizar o mundo em categorias, a raça e o racismo passam a ser compreendidos como dispositivos produtores e reprodutores de desigualdades e sofrimentos.
Que la subjetividad que abordamos haya sido previamente colonizada quiere decir que es una subjetividad originariamente europea o europeizada. Esto implica, entre otras cosas, que sea una subjetividad como la que encontramos en Europa: una subjetividad psicológica, psicológicamente objetivable, separable del sujeto que la estudia, pero también de todo lo demás. Es una subjetividad confinada en un mundo interno individual, en un alma o entidad consciente, mental o cognitiva, que se abstrae lo mismo de la corporeidad que de la comunidad. Esta abstracción típicamente europea, grecorromana y judeocristiana está em el fundamento de la psicología. (Pavón-Cuellar, 2021, pp. 97-98)
Olhares sobre as questões raciais na psicologia estão frequentemente presentes como aspectos específicos de teorias críticas, mas a depender do “lugar” que tais olhares ocupam dentro dessas teorias, os impactos e críticas para a própria psicologia ganham dimensões que apontam para inclusões pontuais de algumas categoriais ou para revisões mais amplas e estruturais desse campo do conhecimento.
Estudos sobre raça e racismo embasados no positivismo lógico podem apresentar mapeamentos e descrições sobre a quantidade de negros, negras, indígenas, orientais, etc., seu perfil de moradia, educação, trabalho, índices de violência; estudos articulados com o materialismo histórico e dialético podem incorporar a noção de racismo estrutural e da divisão racial do trabalho; até correntes pós-estruturalistas poderão dialogar com a noção de raça, com intuito de desconstruí-la e apontar os efeitos de dominação racista que tal categoria estaria difundindo. Essa heterogeneidade de perspectivas que incluem outras não mencionadas, marca algumas tensões importantes para a psicologia — tanto para o debate teórico quanto para o debate político. O que podemos afirmar é que abordar as questões raciais na psicologia, não necessariamente a torna uma ciência antirracista. É necessário algo mais. Nesse algo a mais certamente encontra-se uma crítica cada vez mais nomeada nos debates sobre psicologia e questões raciais que é a questão da branquitude. Segundo Sueli Carneiro (2011, p. 81): “a desconstrução da brancura como ideal de ego na sociedade é imperativo para a libertação e cura de todos: negros, brancos, indígenas, orientais. E talvez nisso resida o papel mais estratégico que os psicólogos têm a cumprir” (Carneiro, 2011, p. 81).
Esse exercício é de fundamental importância para a psicologia e nos coloca um paradoxo importante: somos uma ciência que constitutivamente toma a branquitude como ideal de ego, reproduzindo teorizações racistas, e que quer promover um giro antirracista. Quais as ferramentas devemos usar para tanto? Produções em psicologia em diversos contextos estão buscando responder e mais do que isso, experimentar o giro. Claro está que para tanto, não basta uma metodologia inovadora, ou teorias que nos ajudem a fazer leituras críticas de como o poder opera nas subjetividades. É fundamental que a posição política antirracista esteja presente. Tal exercício é complexo e exige a reflexividade permanente. Quais os efeitos racistas de nossos estudos? Quais os efeitos emancipatórios e antirracistas nossas teorias podem produzir? É fundamental que sigamos na construção dessas respostas.
Apresentamos o dossiê temático “Psicologia, Racismo e Antirracismo” que teve sua primeira parte publicada no volume 23, número 3 de 2021 da Revista Quaderns de Psicologia e cuja segunda parte pulicamos neste número.
Os artigos foram selecionados por Chamada Pública com o objetivo de publicizar contribuições e reflexões acerca das distintas dinâmicas do racismo e também das lutas, práticas e políticas antirracistas que vem sendo desenvolvidas. Os artigos aqui publicados propõem análises dos aspectos distintos do racismo e antirracismo a partir de perspectivas psicológicas e de outras áreas do conhecimento. Os artigos abordaram questões relacionadas a contextos sociais, políticos e culturais marcados por histórias coloniais; problematizações sobre racismo e sua relação com a saúde mental; o papel reprodutor e também trans-formador das instituições, das políticas públicas e dos movimentos sociais. As experiências de sujeitos e grupos sociais como crianças, mulheres negras e indígenas, estudantes universitários foram abordadas por meio de metodologias que envolvem desde análise documental até as perspectivas participativas. Noções como identidade, subjetivação, racismo institucional, interseccionalidade, eurocentrismo, branquitude e decolonialidade foram tomadas como pontos de partida para essas análises. Por fim, a própria Psicologia e suas diversas perspectivas foram problematizadas como reprodutoras do racismo, mas também como campos de produção do conhecimento crítico acerca das questões raciais com abertura para olhares e práticas que colaborem para um mundo menos marcado por eixos de opressão e desigualdade.
Na PRIMEIRA PARTE do dossiê foram publicados os artigos apresentados abaixo, publicada em Quaderns de Psicologia, vol. 23, número 3, 2021.
No primeiro artigo intitulado A relação entre racismo, saúde e saúde mental: Psicologia e educação antirracista, Marcos Antônio Batista da Silva e Ivani Francisco de Oliveira propõem uma reflexão sobre racismo estrutural e desigualdades étnico-raciais como determinantes sociais das condições de saúde, incluindo os saberes psicológicos. Destaca-se a necessidade da inclusão do debate sobre relações raciais na formação dos profissionais da saúde mental, destacando a necessidade do foco em uma educação para a equidade.
No ensaio intitulado Racismo institucional en educación: reflexiones sobre la interculturalidad, Cristina Zhang-Yu também discute, a partir de um percurso auto-etnográfico de uma mulher chinesa, a predominância das perspectivas eurocêntricas fortemente presentes no campo da educação. Aponta a necessidade de explicitar o racismo institucional presente na educação.
No artigo seguinte intitulado As (re)configurações subjetivas e identitárias de negros na Universidade: Fricções epistêmicas e aquilombamento académico, João Paulo Siqueira e Rodrigo Maciel Ramos partem de uma perspectiva decolonial para analisar os processos de subjetivação, sofrimento e resistência que perpassam as trajetórias de estudantes negros da Universidade de Brasília, Brasil. Por meio de metodologia qualitativa, a análise das entrevistas aponta que as reconfigurações subjetivas e o aquilombamento acadêmico protagonizados pelos sujeitos são centrais para a sua permanência na universidade e sua saúde mental.
Em Una mirada interseccional a las prácticas de salud en Aysén. Procesos de racialización en Chile, Caterine Galaz Valderrama et al. analisam, a partir de uma perspectiva interseccional, processos e situações de desigualdade e discriminação vivenciados por grupos de migrantes no contexto chileno. Mais uma vez o racismo institucional é problematizado juntamente com as práticas de resistência protagonizadas pelos “outros”.
Em A produção do conhecimento em psicologia a partir das experiências de mulheres negras diaspóricas. Aspectos teórico-metodológicos, Vivane Martins Cunha, Camila Rodrigues Francisco e Lisandra Espíndula Moreira dialogam com moradoras de periferias e favelas de diferentes municípios do estado de Minas Gerais, Brasil, que tiveram seus filhos assassinados devido à violência policial e também com mulheres negras haitianas estudantes universitárias no Brasil. Reflexões epistemológicas e metodológicas sobre os diálogos que podem ser construídos com essas mulheres dos lugares da pesquisa acadêmica.
No artigo Racismo y prejuicios encubiertos: Las luchas antirracistas de mujeres mapuche en Chile, Alicia del Pilar Raintambém vai analisar as discriminações e exclusões vivenciadas pelas mulheres mapuche no contexto chileno, com destaque aos enfrentamentos e lutas que as mesmas travam para resistir a essa situação. As análises das 20 entrevistas realizadas apontam para elementos relacionados à naturalização do preconceito que impossibilita o reconhecimento, por parte de setores da sociedade, do problema por elas vivenciado.
No artigo Tornar-se negro: raça, identidade e biopoder, Mario Santos Morel e Danichi Hausen Mizoguchi analisam a colonização como um processo de subjetivação, articulando a dimensão da clínica psicológica e a política. Baseando-se em Gilles Deleuze e Félix Guattari, os autores problematizam a raça e o racismo procurando interrogar os modos de enfrentamento à violência racial dos quais a psicologia pode e deve participar.
De forma inovadora, a interpretação decolonial da produção de Jacques Lacan, a partir das coordenadas decoloniais e antirracistas — especialmente latinoamericanas, surgidas no século XXI — é apresentada por Andréa Maris Campos Guerra et al. no artigo Ocupação antirracista e decolonial do espaço psicanalítico. A discussão do racismo é feita a partir da perspectiva da decolonialidade e também da branquitude, chegando a uma proposta de virada decolonial no pensamento de Lacan.
No artigo Perspectivas y luchas antirracistas en el Movimiento Loco y los Estudios Locos: una revisión, Grecia Guzmán Martinez coloca em diálogo, a partir de uma perspectiva decolonial, o movimento louco e o movimento antirracista. Vai explicitar como a reprodução do racismo lança mão das noções de loucura e doença mental ao longo da história e dará destaque as formas como a dimensão racial é frequentemente invisibilizada dentro do movimento louco. Aponta também possibilidades de interseção e articulação entre esses dois movimentos.
A construção da identidade racial de crianças brasileiras é analisa por Jefferson Andrade Silva et al. no artigo intitulado O efeito da cor de pele na construção da identidade racial em crianças. O estudo demonstra que as crianças são agentes ativos na construção de suas identidades raciais e que a cor de pele destas incide efeitos significativos no processo, cujo debate precisa ser ampliado e democratizado.
A dimensão necropolítca do capitalismo que se materializa na atuação mortífera de policiais contra populações periféricas no Brasil é analisado por Waldenilson Teixeira Ramos et al. no artigo intitulado As relações entre o Estado e a população pobre e negra no Brasil: necropolítica tropical. Tais práticas são relacionadas com a escravidão institucional e as relações coloniais entre Estado e população pobre e negra no Brasil.
Por fim, no artigo Racismo epistémico en el “sertão” del nordeste brasileño: un abordaje genealógico de la salud mental, Emilene Andrada Donato propõe uma análise do racismo epistêmico na região do sertão brasileiro a partir de categorias como raça, mestiçagem, território e sertão. Destaca que a racialização e a subalternização do território se associam às noções de identidade nacional com forte relação com as referências da psiquiatria.
Para a SEGUNDA PARTE do dossiê, publicada neste número de Quaderns de Psicologia, apresentamos os artigos que se seguem.
No artigo intitulado A contribuição dos estudos críticos da branquitude para compreensão do pre-conceito racial na psicologia social Felipe Nogueira Carvalho e Lia Vainer Schucman apresentam uma análise relevante para o debate acerca da branquitude das principais abordagens da psicologia social norte-americana sobre a questão e apontam que os estudos críticos sobre branquitude oscilam entre perspectivas ora mais focadas no individuo, ora na estrutura. Apontam os limites e sugerem uma síntese própria a partir dessas perspectivas.
No artigo seguinte, intitulado La articulación del racismo y la homofobia en los valores de la población europea Leon Freude e Núria Vergés apresentam uma análise da relação entre racismo e homofobia e utiliza dois conceitos centrais para tanto: síndrome de inimizade grupal e homonacionalismo. Analisa os dados do European Values Study de 2017 em 4 países europeus e observa poucos elementos e articulações que apontem para uma sociedade inclusiva.
Em Umbrales del “no-ser”: figuraciones fanonianas sobre la sociogenia y el “doble narcisismo” del cuerpo epidermizado, Carlos Aguirre propõe uma análise da noção de zona do não-ser desenvolvida por Franz Fanon na obra Pele Negra, Máscaras Brancas. Discute a relação entre corpo racializado e existência e aponta o potencial descolonial da experiência do não-ser.
Por fim, Leon Freude apresenta a recensão do livro Out o Time. The Queer Politics of Postcoloniality de Rahul Rao impresso pela Oxford Press no ano de 2020.
Esperamos que as produções reunidas nesses dois números possam proporcionar leituras que contribuam para uma compreensão e debate críticos acerca dos diversos elementos e processos que envolvem as questões raciais. Que contribuam também para interpelar a própria Psicologia que ao longo da história contribuiu para a reprodução do racismo, articulado com outras opressões e violências. Esperamos, sobretudo, que a dimensão inventiva que o enfrentamento ao racismo exige, em termos epistemológicos, teóricos, metodológicos e políticos possa ser instigada junto aos/às leitores/as.
Agradecemos aos/às autores por compartilharem suas produções, aos avaliadores/as que colaboraram com o necessário e desejável diálogo científico e especialmente à equipe editorial da Quaderns de Psicologia por acolher a proposta desse dossiê temático.
Desejamos a todos/as uma ótima leitura!
Carneiro, Sueli (2011). Racismo, sexismo e desigualdade no Brasil. Selo Negro.
Mayorga, Claudia (2007). Otras identidades: Mujeres, Inmigración y Prostitución. (Tesis Doctoral inédita). Universidad Complutense de Madrid.
Pavón-Cuellar, David (2021). Hacia una descolonización de la Psicología Latinoamericana: condición poscolonial, giro decolonial y lucha anticolonial. Cadernos Prolam/USP – Brazilian Journal of Ltin Amrican Studies, 20(39), 95-127. http://dx.doi.org/10.11606/issn.1676-6288.prolam.2021.182217

CLAUDIA MAYORGA
Doutora em Psicologia Social pela Universidade Complutense de Madri (UCM), Espa-nha; Professora do Departamento e do Programa de Pós-graduação em Psicologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Brasil; Coordenadora do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão Conexões de Saberes –UFMG.
claudiamayorga@ufmg.br
http://orcid.org/0000-0003-1728-0726
RICARDO DIAS DE CASTRO
Doutor em Psicologia Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Bra-sil; Professor do Centro Universitário Estácio BH; Membro do Núcleo de Ensino, Pes-quisa e Extensão Conexões de Saberes –UFMG.
ricardodiascastro@gmail.com
https://orcid.org/0000-0003-1897-077X
TAYANE LINO
Doutora em Psicologia Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Brasil; Professora do Centro Universitário UNA; Membro do Núcleo de Ensino, Pes-quisa e Extensão Conexões de Saberes –UFMG.
tayanelino@gmail.com
https://orcid.org/0000-0001-7671-0058
FORMATO DE CITACIÓN
Mayorga, Claudia; Castro, Ricardo Dias de & Lino, Tayane (2022). Psicologia, Ra-cismo e Antirracismo: segunda parte. Quaderns de Psicologia, 24(1), e1932. https://doi.org/10.5565/rev/qpsicologia.1932